5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasTue, 20 Feb 2024 12:39:50 +0000pt-BRhourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.45Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/sete-em-cada-10-pequenos-negocios-tem-perfis-nas-redes-sociais-instagram-e-a-plataforma-preferida/Tue, 19 Dec 2023 19:12:39 +0000https://www.emedist.com/?p=19375Sete em cada 10 pequenos negócios brasileiros têm perfis nas redes sociais. Segundo a pesquisa “Transformação Digital nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae, a plataforma mais popular entre os empreendedores é o Instagram (64%), seguida do Facebook (41%). LinkedIn (6%); TikTok (3%); Youtube e X (antigo Twitter), com 2%; e Kwai (1%) completam a lista.

O setor de Beleza (83%), seguido pela indústria alimentícia (82%), os negócios ligados à economia criativa (79%), petshops (75%) e artesanato, educação e moda (72%) são os que têm maior presença em redes sociais.

“O mundo hoje é digital. Esta percepção vem acompanhada da mudança em curso no Capitalismo, que abandona a Revolução Industrial, o modelo fordista, onde poucos enriquecem à custa de muitos, e pulveriza os meios de produção. Por isso, a presença digital se tornou essencial para as empresas de todos os portes e segmentos, principalmente os pequenos negócios”, destaca o presidente do Sebrae, Décio Lima.

“Nosso esforço tem sido de contribuir para que os donos de micro e pequenas empresas consigam digitalizar seu negócio, ampliando as possibilidades de mercado”, acrescenta.

De acordo com a pesquisa, o catálogo de produtos e o “Fale Conosco” – canal para contato com a empresa – são os serviços mais disponibilizados nas páginas dos pequenos negócios. Em muitas muitos desses perfis é possível fazer reclamações (40%), verificar preços (36%), solicitar reservas (34%) ou personalizar os produtos (30%).

Confira os números da pesquisa

• 73% dos PN usam algum tipo de perfil/página nas redes sociais

• Redes sociais onde a empresa tem um perfil/página
– Instagram – 64%
– Facebook – 41%
– Site próprio – 10%
– Linkedin – 6%
– Tik Tok – 3%
– Youtube – 2%
– Twitter – 2%
– Kwai – 1%

• Serviços mais disponibilizados nos perfis e páginas das empresas

– Catálogo de produtos / serviços – 50%
– Fale conosco – 50%
– Espaço para reclamação e sugestão – 40%
– Preços dos produtos / serviços – 36%
– Reservas e/ou vendas on line – 34%

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/pequenas-empresas-do-setor-de-servicos-lideram-a-geracao-de-empregos-em-2023/Fri, 08 Dec 2023 13:47:34 +0000https://www.emedist.com/?p=19028Os pequenos negócios do setor de Serviços têm sido os maiores geradores de emprego em 2023. Segundo levantamento do Sebrae, feito a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, no período de janeiro e outubro deste ano as micro e pequenas empresas desse setor geraram 648,6 mil novas vagas de trabalho, seguidas pelas empresas da Construção (231,8 mil novas vagas) e Comércio (200,4 mil novas vagas). Sozinhas, as pequenas empresas de Serviços criaram 36% do total de empregos do país no ano.

Acesse aqui o material de divulgação, com a pesquisa completa, imagens, áudio e vídeo.

No acumulado do ano, as atividades de maior destaque têm sido “Construção de Edifícios” (74,2mil empregos), “Transporte Rodoviário de Carga” (70,5 mil vagas) e “Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas” (60,8 mil vagas). Nessas atividades, as MPE foram as que mais contribuíram, gerando, respectivamente 75,9 mil, 52,2 mil e 60,5 mil novos postos de trabalho.

Considerando apenas o mês de outubro, as MPE de Serviços também foram destaque, com o saldo líquido de 58,4 mil vagas criadas, seguidas de Comércio (37,7 mil vagas) e Construção (14,2 mil vagas). Enquanto isso, entre as Médias e Grandes Empresas, os destaques foram nos setores de Serviços (48,3 mil vagas), Comércio (11,9 mil vagas) e Agropecuária (6,2 mil vagas).

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, as empresas de Serviço têm impulsionado a geração de empregos e cumprem um papel estratégico na economia.

O setor é fundamental para o nosso país. Por englobar um grande número de atividades onde, na maioria das vezes, não há necessidade de adquirir equipamentos caros e grandes estoques para começar a empreender, o setor de Serviços funciona como a principal porta de entrada de pessoas no mundo do empreendedorismo.

Décio Lima, presidente do Sebrae.

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/homens-afirmam-ter-mais-autoconfianca-na-lideranca-dos-negocios-do-que-as-mulheres-empreendedoras/Tue, 21 Nov 2023 13:05:07 +0000https://www.emedist.com/?p=18526No mundo do empreendedorismo, problemas de autoconfiança e uma autoavaliação socioemocional mais negativa acompanham as mulheres que estão à frente dos negócios. É o que aponta a pesquisa Empreendedorismo Feminino, encomendada pelo Sebrae, que escutou cerca de 7 mil empreendedores – dos dois gêneros – de todo o país. O levantamento aponta que os homens apresentam desempenho melhor na questão de autoconfiança. Já as mulheres, no entanto, procuram mais ajuda quando se sentem ansiosas e angustiadas.

A maior diferença apareceu quando donos e donas de negócios foram questionados sobre o sentimento de segurança e autoconfiança. Entre elas, esse sentimento é compartilhado por 70% das entrevistadas, já para os homens, o índice chegou a 85%. Sobre conhecer os pontos fortes e fracos e as capacidades de resolver problemas, 87% dos entrevistados do gênero masculino afirmaram que têm o domínio dessas habilidades, contra 83% do público feminino.

Quando a questão é a facilidade para definir projetos e transformar sonhos em realidade, a diferença entre homens e mulheres é de 11 pontos percentuais (72% e 61%, respectivamente). Já na percepção sobre si em relação à facilidade para falar em público, a diferença cai – 59% e 52%. Em relação ao pedido de apoio quando se sentem ansiosos ou angustiados, as mulheres (49% das mulheres empreendedoras) buscam ajuda de amigos e terapias contra 35% dos homens.

Temos como meta diminuir essa disparidade entre os negócios liderados por homens e mulheres, tornando o setor mais competitivo, até mesmo na forma como elas se veem. Elas são a maioria das pessoas no Brasil, são mais escolarizadas e, por isso, merecem se sentir mais capacitadas e autoconfiantes para avançar em seus negócio. A autoimagem tem uma importância fundamental para quem empreende.

Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae.

Outros dados

Uma das razões para as empreendedoras se sentirem menos confiante pode estar ligada a outro dado do levantamento. A pesquisa sinalizou que as mulheres têm menos apoio do cônjuge para abrir ou gerir seus negócios. Entre empreendedores do gênero masculino, o apoio do cônjuge é mais frequente do que entre mulheres, quando 68% deles afirmaram terem sido ajudados contra 61% delas. Além disso, 42% das empreendedoras já viram outras mulheres sofrerem preconceito pela questão do gênero. O levantamento também indica que uma em cada quatro mulheres (24%) já sofreu essa situação na pele.

Sebrae Delas

É um programa do Sebrae que incentiva, valoriza e acelera a jornada de mulheres que empreendem ou querem empreender. É uma forma de orientar, inspirar as empreendedoras a vender mais, aumentar seus lucros, conquistar novos clientes e fechar contratos. Nos últimos cinco anos, o Sebrae já atendeu mais de 14,2 milhões de empreendedoras.

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/negros-sao-maioria-dos-empreendedores-brasileiros/Mon, 20 Nov 2023 14:00:29 +0000https://www.emedist.com/?p=18530Os empreendedores negros correspondem a 52% dos donos de negócios no país, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae com base em dados da PNAD do terceiro trimestre de 2023. O estudo revela que dos 29,3 milhões de donos de pequenos negócios do país, formalizados ou não, cerca de 15,2 milhões se autodeclaram preto e pardos, enquanto 13,7 milhões (46,8%) brancos e 418 mil (1,4%) pertencentes a outras raças, como amarela e indígena.

O levantamento sobre empreendedorismo por raça-cor com foco no segmento dos que se autodeclaram negros indica também que é menor a diversidade de ocupações nesse grupo, onde as 10 principais atividades somam 78% do universo desses de empresários. Esses empreendedores lideram, em termos de participação na agropecuária e na construção. Cerca de 13,9% dos donos de negócio negros (pretos e pardos) estão na agropecuária e 15,9% na construção. Estas proporções são maiores do que as verificadas, por exemplo, entre os brancos (13% e 10,1%, respectivamente).

Para o presidente do Sebrae, é preciso investir cada vez mais em ações de inclusão e de resgate da maior parcela empreendedora do país para ajudar a mudar a realidade delineada pelo estudo.

Ao apoiar negócios comandados por pessoas negras, estamos criando oportunidades e construindo um futuro mais inclusivo. A atuação está centrada em promover a igualdade e o crescimento para uma parcela significativa da população

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Pesquisa conduzida pelo Sebrae revela que a proporção de empreendedores pretos e pardos em atividades mais tradicionais e simples – que demandam menos qualificação e geram menor retorno financeiro – é superior à de brancos donos de pequenos negócios. O estudo, feito com base na PNAD, mostra que apesar de serem maioria no universo empreendedor brasileiro, os negros donos de micro e pequenas empresas são os que têm o menor nível de faturamento (77,6% deles recebem até dois salários-mínimos por mês) e o menor nível de escolaridade (45,1% têm somente até o ensino fundamental).

O levantamento do Sebrae também apresenta dados em relação à formalização dos empreendedores: 23,6% dos empresários pretos ou pardos têm CNPJ, ou seja, possuem uma empresa formalizada. Entre os brancos o número sobe para 43,1% e em outras raças para 39,7%.

Perfil

O levantamento do Sebrae traz ainda outros aspectos importantes do perfil dos empreendedores negros. Leia abaixo as principais conclusões do estudo:

  • O Norte tem a maior proporção de empresários que se autodeclaram pretos e pardos (quase 80%), seguido do Nordeste, com pouco mais de 72%.
  • Amapá, Acre e Amazonas são os estados com a maior participação relativa de negros no universo empreendedor.
  • O grupo de empresários negros detém a menor quantidade de mulheres em comparação com as demais raças. Entre negros, a proporção de mulheres é de 32,2%, contra 35,4% entre os brancos e 37,5% entre os donos de negócios de outras raças-cor (“amarela”/indígena).
  • Os empresários negros respondem pelo menor nível de escolaridade: 45,1% têm somente até o ensino fundamental e apenas 13,2% têm ensino superior (incompleto ou mais).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/preconceito-mais-de-40-das-empreendedoras-ja-sofreram-ou-conhecem-mulheres-vitimas-de-discriminacao/Mon, 20 Nov 2023 12:04:06 +0000https://www.emedist.com/?p=18524O preconceito ainda é um dos principais fatores que limitam o crescimento das mulheres no mundo do empreendedorismo. De acordo com pesquisa do Sebrae, 42% das empreendedoras brasileiras já presenciaram situações de preconceito contra outra mulher dona de negócio e 25% já sofrerem na própria pele atitudes discriminatórias.

A região que registrou a maior proporção de mulheres donas de negócio que identificaram atitudes preconceituosas foi a região Sul (47%), seguida por Nordeste e Centro-Oeste (42), Norte (41%) e Sudeste (39%). O estado do Amapá teve a maior número de citações (56%), com Paraná (53%) e Rio Grande do Norte (51%), na sequência.

A diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho, lembra que toda forma de preconceito contra mulheres deve ser enfrentada com educação e políticas públicas.

A proporção de empreendedoras à frente de um negócio no Brasil ainda está distante do peso e da participação delas na própria sociedade brasileira. Enquanto as mulheres representam 52% da população em idade ativa, no universo do empreendedorismo elas estão à frente de 34% do total de empresas.

Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae.

Sebrae Delas

É um programa do Sebrae que incentiva, valoriza e acelera a jornada de mulheres que empreendem ou querem empreender. É uma forma de orientar, inspirar as empreendedoras a vender mais, aumentar seus lucros, conquistar novos clientes e fechar novos contratos. Nos últimos cinco anos, o Sebrae já atendeu mais de 14,2 milhões de empreendedoras.

Saiba mais aqui.

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasTue, 19 Dec 2023 19:12:39 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.45Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/sete-em-cada-10-pequenos-negocios-tem-perfis-nas-redes-sociais-instagram-e-a-plataforma-preferida/Tue, 19 Dec 2023 19:12:39 +0000https://www.emedist.com/?p=19375Sete em cada 10 pequenos negócios brasileiros têm perfis nas redes sociais. Segundo a pesquisa “Transformação Digital nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae, a plataforma mais popular entre os empreendedores é o Instagram (64%), seguida do Facebook (41%). LinkedIn (6%); TikTok (3%); Youtube e X (antigo Twitter), com 2%; e Kwai (1%) completam a lista.

O setor de Beleza (83%), seguido pela indústria alimentícia (82%), os negócios ligados à economia criativa (79%), petshops (75%) e artesanato, educação e moda (72%) são os que têm maior presença em redes sociais.

“O mundo hoje é digital. Esta percepção vem acompanhada da mudança em curso no Capitalismo, que abandona a Revolução Industrial, o modelo fordista, onde poucos enriquecem à custa de muitos, e pulveriza os meios de produção. Por isso, a presença digital se tornou essencial para as empresas de todos os portes e segmentos, principalmente os pequenos negócios”, destaca o presidente do Sebrae, Décio Lima.

“Nosso esforço tem sido de contribuir para que os donos de micro e pequenas empresas consigam digitalizar seu negócio, ampliando as possibilidades de mercado”, acrescenta.

De acordo com a pesquisa, o catálogo de produtos e o “Fale Conosco” – canal para contato com a empresa – são os serviços mais disponibilizados nas páginas dos pequenos negócios. Em muitas muitos desses perfis é possível fazer reclamações (40%), verificar preços (36%), solicitar reservas (34%) ou personalizar os produtos (30%).

Confira os números da pesquisa

• 73% dos PN usam algum tipo de perfil/página nas redes sociais

• Redes sociais onde a empresa tem um perfil/página
– Instagram – 64%
– Facebook – 41%
– Site próprio – 10%
– Linkedin – 6%
– Tik Tok – 3%
– Youtube – 2%
– Twitter – 2%
– Kwai – 1%

• Serviços mais disponibilizados nos perfis e páginas das empresas

– Catálogo de produtos / serviços – 50%
– Fale conosco – 50%
– Espaço para reclamação e sugestão – 40%
– Preços dos produtos / serviços – 36%
– Reservas e/ou vendas on line – 34%

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/homens-afirmam-ter-mais-autoconfianca-na-lideranca-dos-negocios-do-que-as-mulheres-empreendedoras/Tue, 21 Nov 2023 13:05:07 +0000https://www.emedist.com/?p=18526No mundo do empreendedorismo, problemas de autoconfiança e uma autoavaliação socioemocional mais negativa acompanham as mulheres que estão à frente dos negócios. É o que aponta a pesquisa Empreendedorismo Feminino, encomendada pelo Sebrae, que escutou cerca de 7 mil empreendedores – dos dois gêneros – de todo o país. O levantamento aponta que os homens apresentam desempenho melhor na questão de autoconfiança. Já as mulheres, no entanto, procuram mais ajuda quando se sentem ansiosas e angustiadas.

A maior diferença apareceu quando donos e donas de negócios foram questionados sobre o sentimento de segurança e autoconfiança. Entre elas, esse sentimento é compartilhado por 70% das entrevistadas, já para os homens, o índice chegou a 85%. Sobre conhecer os pontos fortes e fracos e as capacidades de resolver problemas, 87% dos entrevistados do gênero masculino afirmaram que têm o domínio dessas habilidades, contra 83% do público feminino.

Quando a questão é a facilidade para definir projetos e transformar sonhos em realidade, a diferença entre homens e mulheres é de 11 pontos percentuais (72% e 61%, respectivamente). Já na percepção sobre si em relação à facilidade para falar em público, a diferença cai – 59% e 52%. Em relação ao pedido de apoio quando se sentem ansiosos ou angustiados, as mulheres (49% das mulheres empreendedoras) buscam ajuda de amigos e terapias contra 35% dos homens.

Temos como meta diminuir essa disparidade entre os negócios liderados por homens e mulheres, tornando o setor mais competitivo, até mesmo na forma como elas se veem. Elas são a maioria das pessoas no Brasil, são mais escolarizadas e, por isso, merecem se sentir mais capacitadas e autoconfiantes para avançar em seus negócio. A autoimagem tem uma importância fundamental para quem empreende.

Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae.

Outros dados

Uma das razões para as empreendedoras se sentirem menos confiante pode estar ligada a outro dado do levantamento. A pesquisa sinalizou que as mulheres têm menos apoio do cônjuge para abrir ou gerir seus negócios. Entre empreendedores do gênero masculino, o apoio do cônjuge é mais frequente do que entre mulheres, quando 68% deles afirmaram terem sido ajudados contra 61% delas. Além disso, 42% das empreendedoras já viram outras mulheres sofrerem preconceito pela questão do gênero. O levantamento também indica que uma em cada quatro mulheres (24%) já sofreu essa situação na pele.

Sebrae Delas

É um programa do Sebrae que incentiva, valoriza e acelera a jornada de mulheres que empreendem ou querem empreender. É uma forma de orientar, inspirar as empreendedoras a vender mais, aumentar seus lucros, conquistar novos clientes e fechar contratos. Nos últimos cinco anos, o Sebrae já atendeu mais de 14,2 milhões de empreendedoras.

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/negros-sao-maioria-dos-empreendedores-brasileiros/Mon, 20 Nov 2023 14:00:29 +0000https://www.emedist.com/?p=18530Os empreendedores negros correspondem a 52% dos donos de negócios no país, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae com base em dados da PNAD do terceiro trimestre de 2023. O estudo revela que dos 29,3 milhões de donos de pequenos negócios do país, formalizados ou não, cerca de 15,2 milhões se autodeclaram preto e pardos, enquanto 13,7 milhões (46,8%) brancos e 418 mil (1,4%) pertencentes a outras raças, como amarela e indígena.

O levantamento sobre empreendedorismo por raça-cor com foco no segmento dos que se autodeclaram negros indica também que é menor a diversidade de ocupações nesse grupo, onde as 10 principais atividades somam 78% do universo desses de empresários. Esses empreendedores lideram, em termos de participação na agropecuária e na construção. Cerca de 13,9% dos donos de negócio negros (pretos e pardos) estão na agropecuária e 15,9% na construção. Estas proporções são maiores do que as verificadas, por exemplo, entre os brancos (13% e 10,1%, respectivamente).

Para o presidente do Sebrae, é preciso investir cada vez mais em ações de inclusão e de resgate da maior parcela empreendedora do país para ajudar a mudar a realidade delineada pelo estudo.

Ao apoiar negócios comandados por pessoas negras, estamos criando oportunidades e construindo um futuro mais inclusivo. A atuação está centrada em promover a igualdade e o crescimento para uma parcela significativa da população

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Pesquisa conduzida pelo Sebrae revela que a proporção de empreendedores pretos e pardos em atividades mais tradicionais e simples – que demandam menos qualificação e geram menor retorno financeiro – é superior à de brancos donos de pequenos negócios. O estudo, feito com base na PNAD, mostra que apesar de serem maioria no universo empreendedor brasileiro, os negros donos de micro e pequenas empresas são os que têm o menor nível de faturamento (77,6% deles recebem até dois salários-mínimos por mês) e o menor nível de escolaridade (45,1% têm somente até o ensino fundamental).

O levantamento do Sebrae também apresenta dados em relação à formalização dos empreendedores: 23,6% dos empresários pretos ou pardos têm CNPJ, ou seja, possuem uma empresa formalizada. Entre os brancos o número sobe para 43,1% e em outras raças para 39,7%.

Perfil

O levantamento do Sebrae traz ainda outros aspectos importantes do perfil dos empreendedores negros. Leia abaixo as principais conclusões do estudo:

  • O Norte tem a maior proporção de empresários que se autodeclaram pretos e pardos (quase 80%), seguido do Nordeste, com pouco mais de 72%.
  • Amapá, Acre e Amazonas são os estados com a maior participação relativa de negros no universo empreendedor.
  • O grupo de empresários negros detém a menor quantidade de mulheres em comparação com as demais raças. Entre negros, a proporção de mulheres é de 32,2%, contra 35,4% entre os brancos e 37,5% entre os donos de negócios de outras raças-cor (“amarela”/indígena).
  • Os empresários negros respondem pelo menor nível de escolaridade: 45,1% têm somente até o ensino fundamental e apenas 13,2% têm ensino superior (incompleto ou mais).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/mulheres-tem-menos-apoio-para-abrir-ou-gerir-pequenas-empresas-aponta-pesquisa/Sun, 19 Nov 2023 13:52:05 +0000https://www.emedist.com/?p=18510As mulheres que decidem abrir a própria empresa ou mesmo as que já se dedicam ao empreendedorismo têm menos suporte da sua rede de apoio em comparação aos empreendedores do gênero masculino. É o que mostra a pesquisa “Empreendedorismo Feminino”, feita pelo Sebrae. Ainda de acordo com o levantamento, as donas de negócios dedicam menos horas às suas empresas pois utilizam praticamente o dobro de tempo do que os homens nos cuidados com familiares e com afazeres domésticos.

A pesquisa do Sebrae revelou que o apoio que os empreendedores homens recebem de cônjuge, amigos, pais e fornecedores é maior se comparado ao suporte recebido pelas empreendedoras. No grupo de quem já tem um negócio em operação, a diferença é ainda mais significativa – aqui, o apoio dedicado pelos fornecedores às mulheres é 9 pontos percentuais inferior ao recebido pelos homens. Chama atenção também o maior apoio recebido pelos empreendedores (12%) por parte das prefeituras em comparação com o suporte dedicado pelas gestões municipais às mulheres (8%).

“Esses dados mostram que a cultura machista ainda privilegia os homens na atividade empreendedora, assim como em outros segmentos da economia e da sociedade”, comenta a diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Margarete Coelho.

A pesquisa comprova a importância de desenvolvermos políticas públicas que permitam às donas de negócios condições iguais para competir no mercado. Quando uma mulher é dona do seu dinheiro, ela é dona também da sua vida, das suas escolhas. Isso impacta diferentes aspectos da economia e da vida da população, inclusive na redução da violência doméstica.

Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional.

Desigualdade

A pesquisa “Empreendedorismo Feminino” contabilizou a quantidade de horas destinadas a mais pelas mulheres nos cuidados com pessoas da família e nos afazeres domésticos. As mulheres que empreendem dedicam 3,1 horas aos cuidados familiares e consomem 2,9 horas do seu dia nos afazeres domésticos, enquanto os homens gastam 1,6h e 1,5h, respectivamente, com essas atividades. “Essa dupla jornada das mulheres funciona com mais um obstáculo que torna ainda mais complexa a trajetória das empreendedoras à frente de uma empresa”, avalia Margarete Coelho.

Esse mesmo cuidado com a família influenciou mais diretamente as mulheres na decisão de abrir o negócio. Entre as empreendedoras, 68% disseram que cuidar dos filhos “influenciou muito”, enquanto, entre os homens, esse índice chegou a 56%. Em relação à sobrecarga com a jornada dupla, 76% das mulheres se sentiram mais sobrecarregadas e 61% já tiveram que deixar de fazer algo para si ou para a empresa para cuidar dos filhos, de idosos ou parentes. No outro extremo, esses resultados foram de 55% para os homens que se sentiram sobrecarregados e 48% para que os que afirmaram ter de sacrificar algo em favor dos filhos ou parentes.

“Se todos na casa se beneficiam com os filhos bem cuidados, com o jantar quentinho, com a casa limpa, será que é justo que este peso recaia somente sobre as costas das mulheres, de maneira a sobrecarregá-las?”, indaga a diretora Margarete Coelho.

Confira os números da pesquisa:

  • Para os empreendedores do gênero masculino, o apoio do cônjuge é mais frequente do que entre mulheres, quando 68% deles afirmaram terem sido ajudados contra 61% delas.
  • Entre os amigos (57%), pais (52%), clientes e fornecedores (68%) os empreendedores do gênero masculino levam vantagem sobre as mulheres (54%, 49% e 67%, respectivamente). Por outro lado, entre as mulheres, o apoio é maior por parte de “outros parentes” – nesse caso, aqueles que não os cônjuges ou pais – (45% a 35%), grupos de amigos no WhatsApp (34% a 32%) e dos filhos (29% a 26%).
  • Quando questionados sobre quais as pessoas dão apoio atualmente para a sua atividade empreendedora, o maior número entre os homens é de clientes e fornecedores (43%), quando comparado às mulheres (34%).
  • As mulheres dedicam 3,1 horas aos cuidados com familiares e 2,9 horas em afazeres domésticos por dia, enquanto os homens investem 1,6h e 1,5h nessas atividades, respectivamente.
  • Microempreendedores Individuais (MEI) dedicam mais tempo aos cuidados com familiares (3,2h para mulheres e 1,8h para homens) e trabalhos domésticos (3h e 1,7h) do que aqueles que estão à frente de uma micro e pequena empresa (MPE). As mulheres são as mais sobrecarregadas pela jornada doméstica entre as micro e pequenas empresas (3h contra 1,2h gastas pelos homens com os cuidados e 2,7h para elas contra 1h para eles nos afazeres domésticos).
  • Esse mesmo cuidado com a família influenciou na decisão de abrir o negócio. Entre as mulheres, ao serem questionadas se poder cuidar dos filhos foi um dos fatores que contribuiu para a abertura do negócio, 68% disseram que cuidar dos filhos “influenciou muito”, enquanto que, entre os homens, esse índice chegou a 56%.
  • Em relação à sobrecarga com a jornada dupla, 76% das mulheres sentiram um peso maior na sua rotina e 61% já tiveram que deixar de fazer algo para si ou para a empresa para cuidar dos filhos, de idosos ou de parentes. Entre os empreendedores do gênero masculino, essas proporções são de 55% e 48%, respectivamente.

Prêmio Sebrae Mulher de Negócios

Como forma de estimular o empreendedorismo feminino e reconhecer experiências exitosas, o Sebrae promove o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios (PSMN). A edição de 2023 já tem suas 15 finalistas que vão concorrer na etapa nacional – divididas em três categorias: “Pequenos negócios”, “Produtora rural” e “Microempreendedora Individual (MEI)”. No total, mais de 4 mil mulheres se inscreveram – 37% a mais do que no ano anterior. A cerimônia de entrega da premiação nacional está marcada para 5 de dezembro. Desde 2004, ano da primeira edição do prêmio, mais de 100 mil mulheres se inscreveram e mais de 200 foram premiadas.

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/micro-e-pequenas-empresas-tiveram-em-setembro-o-segundo-maior-numero-de-empregos-gerados-em-2023/Tue, 07 Nov 2023 10:30:33 +0000https://www.emedist.com/?p=18127O saldo positivo dos empregos gerados no país continua sendo mantido com expressiva contribuição das micro e pequenas empresas (MPE). Levantamento feito pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que os pequenos negócios foram responsáveis por pouco mais de 147 mil postos de trabalho (cerca de 69,5% do total), em setembro. Esse é o segundo melhor resultado mensal do ano, ficando atrás apenas do total de vagas registrado no mês de agosto.

Ao todo, o Brasil registrou 211,7 mil novas contratações, em setembro. No acumulado do ano, o país já contabiliza 1,5 milhão de novos empregos. Desse universo, as MPE contribuíram com o saldo de 1,1 milhão de carteiras assinadas, o que representa 71% do total. Por sua vez, as médias e grandes empresas (MGE) foram responsáveis por 307,9 mil empregos, ou seja, 19,2%.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, ressalta que os números positivos refletem a retomada da prosperidade do país.

A geração de empregos garante que o Brasil se torne novamente o país da empregabilidade, permitindo que o brasileiro volte a consumir e gerar renda. A economia do país se fortalece com um PIB de 3,1%, superávit na balança comercial, além de uma inflação controlada. O empreendedorismo é um dos caminhos para o país resgatar a dignidade e a inclusão social.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Serviços mantém a liderança

O setor de serviços se mantém na liderança da criação de novos postos de trabalho em setembro de 2023. Considerando o universo das MPE, foram 68,4 mil vagas preenchidas. Em segundo lugar aparece o Comércio com 37,3 mil vagas, seguido pela Construção com 19,8 mil empregos gerados. Entre as MGE, os setores de Serviços (26,5 mil), Indústria da Transformação (24,4 mil) e Comércio (6 mil) se destacaram.

No acumulado do ano de 2023, o cenário continua o mesmo com as MPE liderando em termos de criação de vagas, com destaque nos setores de Serviços (590,6 mil), Construção (218 mil) e Comércio (162 mil). Enquanto isso, nas MGE, os setores que mais se destacaram foram Serviços (177,6 mil), Indústria da Transformação (90 mil) e Construção (26 mil).

Atividades econômicas

As principais atividades econômicas, de acordo com a Classificação Nacional por Atividades Econômicas (CNAE), que mais contribuíram para a geração de empregos, entre as MPE, no último mês de setembro foram: Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (11 mil empregos gerados) e Construção de edifícios (6,6 mil empregos). Já entre as Médias e Grandes, as atividades que mais se destacaram na geração de empregos foram: Fabricação de açúcar em bruto (16,7 mil empregos gerados); Locação de mão-de-obra temporária (5,3 mil empregos gerados) e Limpeza em prédios e em Domicílios (2,9 mil empregos gerados).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/limpeza-e-atendimento-pesam-mais-que-preco-na-hora-de-brasileiros-escolherem-um-bar-ou-restaurante/Tue, 24 Oct 2023 10:56:07 +0000https://www.emedist.com/?p=17874A maior pesquisa sobre alimentação fora do lar já realizada com consumidores no Brasil revelou as características consideradas mais importantes na hora de decidir pelo bar ou restaurante. Supreendentemente, o sabor da comida e o preço do prato não são os aspectos mais determinantes na escolha. Com mais de 6 mil respondentes em todas as regiões do país, o levantamento feito pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostrou que a limpeza e a higiene nas instalações (32,4%), a cordialidade, educação e conhecimento dos atendentes (17%) e o ambiente do estabelecimento (12,4%) são os fatores mais preponderantes.

A pesquisa mostra ainda que, no dia a dia daqueles que frequentam bares e restaurantes, a maior parte (93%) opta por consumir refeição e bebidas no próprio estabelecimento e 66,3% afirmam comer fora de duas a cinco vezes por mês. Quando consultados sobre as maiores motivações para sair de casa, os entrevistados puderam escolher múltiplas respostas e as preferidas foram: ir a alguma celebração/festa (76,6%) e conversar/se divertir com amigos (76,3%).

Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, os resultados da pesquisa trarão contribuições significativas nos processos de tomada de decisão dos empreendedores do setor e de formuladores de políticas públicas. “O nosso objetivo com esse movimento é gerar produtividade e estamos otimistas com os dados apresentados. Não temos dúvidas de que os resultados trarão uma contribuição definitiva para melhorar os ambientes de negócio no país”, afirma.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, concorda que a pesquisa revela direcionamentos importantes para os empreendedores que atuam no setor de alimentação fora do lar.

Trata-se de um dos segmentos mais importantes de pequenos negócios. São empreendedores que atuam nas comunidades, nos bairros e nos grandes centros, gerando emprego e renda. Além disso, sabem que a inovação e a sustentabilidade são fatores essenciais para atrair as pessoas que buscam momentos de lazer quando saem de casa para fazer uma refeição. Isso passa, necessariamente, pelo cuidado e pela qualificação de toda a equipe.
Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Números da pesquisa

Características mais importantes na hora de escolher um local para comer fora de casa:

  • Limpeza e higiene nas instalações: 32,4%;
  • Cordialidade, educação e conhecimento dos atendentes: 17%;
  • Ambiente do estabelecimento: 12,4%;
  • Comida gostosa: 10,3%;
  • Preço acessível: 7,2%.

Hábitos de consumo dos brasileiros:

  • No dia a dia, 75,5% dos brasileiros se alimentam com comida preparada em casa;
  • Quando optam por comer fora, 93% fazem a refeição no próprio estabelecimento;
  • De maneira geral, as pessoas frequentam estabelecimentos por motivos de lazer, seja para celebrar alguma data especial (76,6%) ou para conversar e se divertir com amigos (76,3%).

Acesse a pesquisa completa:PesquisaAbrasel_Sebrae_2023

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/pesquisa-mostra-como-paranaenses-estao-fazendo-refeicoes-fora-de-casa/Thu, 19 Oct 2023 18:51:02 +0000https://www.emedist.com/?p=17745A alimentação fora do lar está em alta. Dados presentes no “Panorama de consumo – refeições fora do lar e delivery”, realizada pelo Sebrae/PR e pela Fecomércio/PR, apontam que 72% da população paranaense almoça pelo menos uma vez por mês fora de casa. Na sequência, a segunda refeição mais realizada é o jantar, com 64%. No total, 31% afirmaram que almoçam cinco ou mais vezes por mês fora de casa. Ao todo, a pesquisa contou com 435 entrevistas de participantes de diferentes regiões do Estado.

A coordenadora de Turismo, Economia Criativa e Artesanato do Sebrae/PR, Patricia Albanez, vê que os resultados indicam uma tendência, onde os paranaenses estão em busca de uma opção de lazer e de convivência social, além da necessidade de comer no dia a dia.

“A pesquisa nos auxilia a entender esse cenário, para poder dar suporte a quem empreende, que está planejando novas ideias para o seu negócio, em buscar de melhores formas de se posicionar. Ela vai ajudar quem empreende a entender melhor sobre o comportamento do consumidor”, comenta.

O levantamento ainda aponta que 50% das refeições fora de casa são por necessidade como, por exemplo, o trabalho. Quando perguntados sobre a frequência de realizar essas atividades, as pessoas que trabalham no formato híbrido possuem maior tendência a se alimentar em um outro ambiente.

Desse público, 84% fazem o jantar e outros 82% o almoço fora de casa pelo menos uma vez por mês, número maiores de quem possui uma rotina presencial. Nesse público, 66% responderam jantar fora e 78% responderam almoçar fora em um momento do mês. Entre quem trabalha de forma remota, os números são de 64% e 63%, respectivamente.

Além disso, os encontros costumam ser principalmente em família (74%), seguidos por amigos (53%) e por quem almoça sozinho (39%).

O coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio PR, Giovanni Diego Bagatini, destaca a velocidade das transformações no cenário.

“Elas impactam diretamente nos negócios, trazendo oportunidades e ameaças. O empreendedor contemporâneo precisa estar antenado às mudanças de comportamento do consumidor para se adaptar e se manter competitivo e até mesmo aproveitar novas oportunidades”, aponta.

Qualidades desejadas

O panorama também apresenta os principais aspectos envolvidos na decisão ao escolher um ambiente para visitar. Em uma escala de zero a dez, os pontos mais procurados são a “qualidade da comida” e a “higiene e limpeza”, ambos com nota de 9,5, e o “atendimento ao cliente”, com 9,2.

“A utilização de tecnologia e as inovações para simplificar cardápios, a elaboração de pratos com poucos ingredientes, mas de qualidade, além da adoção de processos e equipamentos que auxiliem no volume, na logística do atendimento, são tendências que podem ser aderidas pelos estabelecimentos”, explica Patricia Albanez.

Quanto aos itens que auxiliam na escolha do estabelecimento, as principais respostas foram sobre “produtos saudáveis” (8,5), “responsabilidade social” (8,2), “sustentabilidade” (8,1) e “origem local dos insumos” (8,0).

Conforto

A pesquisa questionou, ainda, sobre as características mais buscadas nos locais. Nesse ponto, o destaque foi para o “rodízio” (8,8), seguido por “buffet” (8,7) e “opções à la carte” (8,1) com as maiores preferências. As opções de “pratos executivos ou feitos” (7,9) e “cardápios em QR code” (6,8) aparecem na sequência.

Tíquete por refeição

Sobre os valores médios gastos em alimentação fora do lar, o destaque vai para o período da noite, com o jantar e o happy hour tendo os maiores valores, sendo R$ 76,00 e R$ 64,40, respectivamente. A média de todas as refeições foi de R$ 51,54.

Pedidos para entrega

O “Panorama de consumo – refeições fora do lar e delivery” também apresenta o comportamento dos paranaenses em relação a pedidos de entrega, onde 18% afirmam pedir alimentos de aplicativos, como iFood e Rappi, cinco ou mais vezes por mês. A maior parcela (30%) pede entre uma e duas vezes mensalmente e 22% não consome o serviço.

A entrega própria pelos estabelecimentos, com pedidos via telefone, WhatsApp ou aplicativo local, teve números similares, com 34% afirmando pedir entre uma e duas vezes. Outros 25% afirmaram não realizar pedidos nesse formato.

“Não há uma receita de sucesso, mas olhar para este quadro de consumo dá ideia de nichos e oportunidades que têm maior chance de sucesso diante do perfil do consumidor no pós-vacina da covid-19”, explica Patricia Albanez.

Nesse modelo, os atributos mais buscados são as “opções de pagamento” (8,9), “atendimento ao cliente” (8,5), “precisão do pedido” (8,4) e “embalagem adequada “(8,4).

Quando questionados sobre os pontos mais valorizados, os clientes buscam por “higiene e limpeza” (9,3), “qualidade da comida” (9,2) e atendimento ao cliente (9,0).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/quase-70-dos-empreendedores-brasileiros-tem-renda-de-ate-2-salarios-minimos/Fri, 06 Oct 2023 11:53:27 +0000https://www.emedist.com/?p=17451Nos últimos anos, o sonho de ser dono do próprio negócio cresceu entre os brasileiros e já é o segundo mais citado pela população adulta, atrás apenas de viajar pelo país. Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que quase 70% (68%) dos 29 milhões de donos de negócios (formais e informais) no país têm um rendimento de até 2 salários-mínimos. Segundo os dados, para a maioria dos que empreendem, ter o próprio negócio, representa uma conquista, pois permite o sustento e a viabilização de oportunidades.

De acordo com levantamento feito pelo Sebrae com base em dados da PNAD do 2º trimestre de 2023, quase 20 milhões de brasileiros são donos de negócios com faturamento mensal até 2 SM. A pesquisa retrata também que o rendimento aumenta à medida que o empreendedor se qualifica.

Os empresários de pequenos negócios são um universo de formiguinhas que não cansam e movimentam bairros, comunidades, municípios, movem o país. São os imprescindíveis, que lutam o ano todo, lutam por uma vida. Fazem a economia girar.
Décio Lima, presidente do Sebrae.

Hoje, os pequenos negócios representam 95% das empresas brasileiras, 30% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Os dados mostram que aumentar o grau de instrução por meio de capacitação e aprendizados permite aos empresários ampliarem o mercado. Segundo ele, o conceito do Sebrae é ser parceiro nesta missão, “a tarefa da instituição é formar essas pessoas para empreender durante toda sua trajetória. É uma tarefa permanente. É uma ação permanente”, explicou.

Mesmo sendo uma atividade desafiadora, o empreendedorismo, como mostra a pesquisa, traz a possibilidade de o negócio começar pequeno com perspectiva de criar escala. O Sebrae lembra também, que muitos empresários não querem crescer e optam pelo rendimento menor. “O empreendedorismo pode ser um instrumento de transformação social; uma forma de acesso à justiça e a uma sociedade inclusiva. O Sebrae percebe a natureza do negócio e apoia o empreendedor nesta escalada. O importante é perceber que este empreendedor consegue se tornar também um gerador de renda. Como o presidente Lula e Geraldo Alckmin afirmam, nós vamos colocar essas pessoas no orçamento do país”, acrescenta Lima.

Confira números da pesquisa:

  • Mulheres/renda: Na faixa de menor rendimento (até 2 SM) a proporção de mulheres chega a 36% (desses quase 70%).
  • Escolaridade/renda: Na faixa de menor rendimento (até 2 SM), 45% têm até ensino fundamental completo (da 1ª a 9ª séries até 14 anos).
  • Raça/renda: Enquanto na faixa de até 2 SM está a maior a proporção de negros (59%).

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Confira o infográfico completo: faixa-renda-A4-out-2023(1).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/mpe-registram-em-agosto-o-maior-volume-de-empregos-gerados-em-2023/Fri, 06 Oct 2023 11:03:16 +0000https://www.emedist.com/?p=17401As MPE registraram, no último mês de agosto, o maior volume de empregos gerados em todo o ano de 2023. De acordo com pesquisa do Sebrae feita a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), as MPE foram responsáveis por 73% do total de vagas de trabalho criadas nesse período. Ao todo, o Brasil registrou 220,8 mil novas contratações, a segunda melhor do ano, sendo 161 mil somente nas micro e pequenas empesas.

No acumulado do ano, o país já contabiliza aproximadamente 1,4 milhão de novos empregos. Desse universo, as MPE contribuíram com o saldo de 988 mil postos de trabalho, o que representa 71,2% do total. Enquanto isso, as MGE geraram 247,5 mil empregos, correspondendo a 17,8% do total de vagas criadas.

Presidente do Sebrae, Décio Lima. Crédito: Erivelton Viana.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, comemora o resultado. “Esse está sendo um ano fenomenal para as micro e pequenas empresas. Mantivemos um patamar positivo de empregos gerados ao longo do ano e a tendência para os últimos meses é de um crescimento ainda maior com as vagas de trabalho temporário”, comenta.

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A confirmação de crescimento do PIB, o comportamento da inflação e a retomada do poder de compra das famílias, graças ao Desenrola Brasil, nos fazem confiar que teremos o melhor Natal dos últimos anos, com uma economia aquecida. O cenário é de otimismo e as pequenas empresas têm uma responsabilidade significativa nesse resultado.
Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Setor de Serviços continua em alta

Os setores que mais contribuíram para a geração de empregos em agosto de 2023, considerando as MPE, foram Serviços (78.904), Comércio (38.544) e Construção (25.296). Entre as Médias e Grandes empresas, os setores de Serviços (29.951), Indústria da Transformação (12.714) e Agropecuária (7.415) se destacaram. Em agosto, nenhum desses setores apresentou saldo negativo de empregos.

No acumulado de 2023, os destaques entre as micro e pequenas empresas continuam sendo os setores de Serviços (521.750), Construção (198.825), Comércio (124.967) e Indústria da Transformação (100.166). Já entre as MGE, os setores que mais se empregaram foram Serviços (152.601), Indústria da Transformação (65.716), Construção (24.983) e Agropecuária (16.537).

As principais atividades econômicas, de acordo com a Classificação Nacional por Atividades Econômicas (CNAE), que contribuíram para a geração de empregos em agosto, foram: “Fabricação de açúcar em bruto” (10.258 empregos gerados); “Locação de mão-de-obra temporária” (10.192 empregos); “Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas” (8.503 empregos gerados); “Transporte rodoviário de carga” (7.418 empregos gerados) e “Serviços combinados de escritório e apoio administrativo” (5.746 empregos gerados).

Especificamente entre os pequenos negócios, confira as atividades que mais contribuíram, para o total destacado de novos empregos foram: “Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas” (8.814 empregos gerados); “Construção de edifícios” (6.467 empregos gerados); “Transporte rodoviário de carga” (5.690 empregos gerados) e “Serviços combinados de escritório e apoio administrativo” (5.029 empregos gerados). Entre as médias e grandes empresas, as atividades se destacaram: “Fabricação de açúcar em bruto” (10.192 empregos gerados); “Locação de mão-de-obra temporária” (9.102 empregos gerados); “Atividades de vigilância e segurança privada” (3.966 empregos gerados); “Ensino fundamental” (2.302 empregos gerados) e “Transporte rodoviário de carga” (1.797 empregos gerados).

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5Gbet - Dados – 5Gbethttps://www.emedist.com/dados/reforma-e-compra-de-maquinas-crescem-como-motivacao-de-empreendedores-para-pegar-emprestimo/Mon, 25 Sep 2023 13:04:23 +0000https://www.emedist.com/?p=16994A proporção de empresas que pediu um empréstimo novo nos últimos 6 meses passou de 23%, em 2022, para 16% do total de empresas, em 2023. Por outro lado, entre os que não pediram empréstimo novos neste ano (84%), verifica-se que 16% ainda estão pagando por um empréstimo pego anteriormente. Assim, quando consideradas todas as empresas, cerca de 1 em cada 3 tem um empréstimo tomado junto a banco. Apesar da queda da proporção de empresas que pediram empréstimo novo, verifica-se que, entre os que pediram, aumentou a proporção dos que buscam expandir a capacidade produtiva do negócio. As principais motivações para a busca de crédito, mapeadas pela 10ª edição da pesquisa “O Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, realizada pelo Sebrae, mostra que a ampliação da capacidade de produção e de competitividade das empresas ganharam espaço entre os novos tomadores.

Enquanto “capital de giro” se mantém como a principal razão relatada historicamente, sendo apontada por 39%, “reforma/ampliação do negócio” cresceu de 19% para 28%, seguido de “compra de máquinas e equipamentos”, que variou de 15% para 26%, de 2022 a 2023. Outros indicativos também apontam para um otimismo dos empreendedores sobre a economia, como a indicação de “compra de mercadorias” (19%), o “desenvolvimento de novo produto” (4%) e a “contratação e treinamento de pessoal” (2%) como motivos para buscar um empréstimo no mercado financeiro.

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, a pesquisa mostra que os donos de micro e pequenas empresas estão buscando se preparar para uma perspectiva de aumento do consumo e aquecimento da economia, fatores que são esperados para os próximos meses.

O levantamento mostra que uma proporção maior de empresários está atrás de um empréstimo de maior qualidade, voltado para o fortalecimento do negócio. O fato de apenas 4% dos empreendedores procurarem empréstimos para refinanciar dívidas também é algo a ser celebrado.
Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Veja abaixo os principais pontos constatados pelo estudo.

Finalidade do Crédito Solicitado em 2023:

  • 39% capital de giro.
  • 28% reforma / ampliação do negócio.
  • 26% compra de máquinas e equipamentos.
  • 19% compra de mercadorias.
  • 4% desenvolvimento de novo produto.
  • 4% refinanciamento de dívida.
  • 2% contratação e treinamento de pessoal.
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