5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasMon, 08 Jan 2024 13:04:31 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.4.35Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/inovacao-e-tecnologia/pequenos-produtores-tem-aumento-de-faturamento-em-17-na-media-com-orientacao-do-projeto-ali-rural/Mon, 08 Jan 2024 13:04:31 +0000https://www.emedist.com/?p=19581Pequenos produtores rurais acompanhados pelo projeto ALI Rural, do Sebrae, alcançaram, na média, um aumento de 17% no faturamento de suas propriedades. São mais de 11 mil agricultores familiares que receberam, entre setembro de 2022 e novembro de 2023, capacitações e acompanhamento em técnicas de inovação e desenvolvimento sustentável.

Sara Abrão, de Pedregulho (SP), cultiva café junto com a sua família. Após a participação no ALI Rural, ela conta que superou a média do projeto e alcançou cerca de 40% de crescimento. “Conseguimos nos organizar muito melhor em todas as atividades aqui no sítio, nas nossas finanças, e conseguimos dar início à criação da nossa própria marca de café”, diz. “Tenho certeza de que vamos continuar melhorando com todas essas orientações que recebemos do programa”, completa.

Atualmente, em todo o país, são 416 agentes que acompanham os produtores por meio de uma jornada de oito meses. São 10 encontros em que os empreendedores têm acesso a ferramentas de inovação para ampliar o seu olhar para a sua produção. “O maior benefício para os agricultores se dá pela incorporação de uma cultura de inovação na gestão do negócio rural. Nos dois ciclos do projeto, 61% das empresas rurais acompanhadas implementaram ações inovadoras”, comenta a analista de Inovação do Sebrae e gestora do projeto, Ana Carolina Westrup.

A analista conta que, nos dois ciclos, os produtores acessaram diversas ações em inovação, as mais implementadas foram os controles gerenciais, as boas práticas agropecuárias e orientações sobre melhorias no processo produtivo.

O ALI é um projeto que traduz a capilaridade do Sebrae no Brasil. Esse formato de jornada permite que possamos trazer a reflexão sobre as mudanças necessárias para o pequeno produtor, acompanhando os processos e colhendo os resultados sobre os índices de faturamento.

Ana Carolina Westrup, analista de Inovação do Sebrae e gestora do projeto.

O analista Victor Ferreira, gestor do projeto pela Unidade de Competitividade do Sebrae Nacional, acrescenta que o ALI Rural tem gerado impacto e transformação nos pequenos negócios rurais e suas famílias o que eleva o nível de competividade com geração de renda e novas oportunidades de negócios.

Como funciona?

Os Agentes Locais de Inovação aplicam o diagnóstico “Radar de Inovação” na propriedade, identificam os potenciais e os gargalos de inovação, trabalham os desafios do produtor rural e planejam ações que possam ser aplicadas durante a jornada. Por oito meses, o ALI Rural acompanha o produtor rural e mensura os resultados por meio do aumento do faturamento ou da redução dos custos. São realizados encontros presenciais, individuais e coletivos, além de apresentações, imersões e palestras voltadas à inovação, na prática, em cinco dimensões: melhoria de produtividade, controles gerenciais, redução de custos, novos produtos, marketing e vendas.

Para participar é preciso procurar o escritório regional no estado ou a própria sede do Sebrae nas capitais, além da central de atendimento via 0800 ou canais digitais disponíveis.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/meu-pai-conta-que-eu-vendia-ate-urubu-voando-revela-sarah-pires/Wed, 06 Dec 2023 12:53:53 +0000https://www.emedist.com/?p=18967“Existem dois tipos de empreendedor: aquele que nasce e aquele que se desenvolve. Eu já nasci empreendedora, a vida inteira eu vendi e comprei coisas”, conta Sarah Pires, que cresceu numa fazenda em Juarina, no interior do Tocantins. Na pequena cidade de 1.200 habitantes, a adolescente fazia crochê, revendia cosméticos e tudo que podia. “Eu tirava cocô de galinha do poleiro todos os dias e pensei: tenho que fazer algo, não ganho nada com isso. Foi então que passei a vender para os vizinhos como adubo para plantas.”

Essa foi umas das inovações da menina Sarah, cujo exemplo veio de dentro de casa. “Meu incentivo foram meus pais, que são agricultores familiares e donos de uma pequena oficina de moto. Meu pai fala que eu vendia até urubu voando”, conta a jovem. Oinsight para empreender formalmente começou quando Sarah estava na faculdade, aos 20 anos. À época, ela trabalhava como secretária executiva e ganhava R$ 1.200. Logo que entrou no mercado do Jornalismo, ficou inconformada ao se deparar com o salário médio de um profissional do ramo. “Meu raciocínio era: não vou passar quatro anos na faculdade para receber o mesmo. Está errado, não aceito isso para minha vida”, relembra.

A partir daí, em paralelo ao estágio, começou a planejar o caminho para empreender. “Pensei logo em um negócio voltado para as redes sociais porque estava em alta e eu queria algo diferente.” Foi então que, ao invés de monografia, optou por um projeto para concluir a graduação na Universidade Federal do Tocantins. Depois de um ano e meio de pesquisa, fechou parceria com um estabelecimento em Palmas (TO) e propôs, de forma remunerada, uma assessoria em mídias sociais, até então algo inovador no mercado.

Desde que iniciou o projeto da faculdade, passou a criar sua atual empresa, chamada Kiw Assessoria de Comunicação. Após ser aprovada com nota máxima na Universidade, Sarah apresentou artigos em congressos pelo Brasil e, posteriormente, transformou o projeto no capítulo de um livro que já foi, inclusive, publicado. Em paralelo à atuação como jornalista em emissoras do estado, Sarah seguia captando clientes para seu negócio. Para se formalizar como MEI, ela recebeu apoio do Sebrae: “Procurei o Sebrae para me estruturar e me capacitar”. Recentemente a empresa de Sarah completou seis anos no mercado e coleciona clientes de renome, como Sabin, Secoop e Energisa.

O produtor conectado

Sarah costuma dizer que todo negócio nasce da dor de alguém. Um dia, enquanto fazia o trecho São Paulo x Palmas, Sarah questionou o passageiro ao lado sobre que motivava a ida dele ao seu estado natal. Ao ouvir que aquele senhor estava à procura de informações sobre o agronegócio tocantinense, o instinto de Sarah a alertou: “Cresci em fazenda, meus pais são produtores rurais, eu gosto disso e sou jornalista”.

A partir daí, Sarah mergulhou no universo do agronegócio. Participou de inúmeras consultorias do Sebrae, que ofereceu a ela a oportunidade de participar do Empretec, programa de formação de empreendedores criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), promovido em 40 países e exclusivo do Sebrae no Brasil.

Foi no Empretec que nasceu o Tocantins Rural. Foi uma felicidade porque o networking lá dentro é muito importante. Todo o nome que o site tem se deve ao que recebi do Sebrae.

Desde 2019, o portal Tocantins Rural está no ar por meio das plataformas Youtube, Facebook, Instagram e até TikTok. O site ganhou, inclusive, um programa de TV que vai ao ar no SBT de segunda a sexta-feira. Nesse caminho, Sarah confessa ter enfrentado dificuldades para lidar com questões administrativas, sobretudo com gestão de pessoas, de recursos e de crise. Mas ela aprendeu no Empretec que precisava sair do operacional e partir para o estratégico: “A chave virou e eu deixei de sofrer tanto quanto antes”.

Apesar do retorno financeiro da Kiw e do Tocantins Rural ter demorado de dois a três anos, Sarah explica que não visa à quantidade, mas sim à qualidade dos clientes.

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Quem empreende tem que ter resiliência e saber que leva um tempo até o negócio maturar. Eu não busco 30, 40 nem 100 clientes. Busco qualidade dos serviços, por isso que não concorro por preço, mas sim pelo valor que entrego e que é o diferencial. O Sebrae me ajudou 100% no que eu sou hoje, sempre caminhamos juntos.

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Cada fase carrega uma lição

Sarah é um exemplo de superação quando se trata de conciliar o profissional e o pessoal. Ela foi mãe solo em 2020, durante a pandemia, período difícil para os empreendedores. Durante a gestação, teve descolamento da placenta e Covid-19, o que levou a filha, Isis, a nascer prematura, pesando apenas 1,7 kg. No período em que precisou ficar internada, Sarah não podia ter acompanhantes no hospital e, para os negócios não pararem, geria a empresa de lá mesmo, com seu notebook.

Após receber alta e passar um período com os pais em Goiás, as coisas melhoraram de forma gradual, mas Sarah continuava passando as noites em claro. “Quantas e quantas vezes escrevi e editei textos, até atendi clientes, enquanto a Isis mamava. Eu resolvia tudo de madrugada porque ela não dormia”, relembra. Quando foi investigar a falta de sono da filha, veio o diagnóstico de autismo. “Até descobrir o que era, passei muito tempo sem dormir. Ali cogitei largar tudo, mas o tratamento me fez persistir”, relembra.

Atualmente, a prioridade de Sarah é maternar a pequena Isis, de 3 aninhos, e entra na rotina para trabalhar presencialmente do escritório um período por dia, quando ela aproveita para fazer reuniões, buscar tendências e se capacitar para levar inovação para seus negócios e os clientes. De olho no futuro, a tocantinense pretende trabalhar menos e ganhar mais. “Esse é o plano de todo mundo, mas eu pretendo dedicar mais e mais tempo à minha filha e acompanhá-la nas terapias”, planeja.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/inovacao-e-tecnologia/selo-de-indicacao-geografica-e-exemplo-de-valorizacao-de-produtos-agricolas-brasileiros/Fri, 27 Oct 2023 13:37:50 +0000https://www.emedist.com/?p=17979Quem alimenta o país são os pequenos produtores com as mulheres cada vez mais à frente das propriedades agrícolas, empoderando e valorizando o agronegócio nacional. Este foi o tema central do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), que aconteceu em São Paulo, nos dias 25 e 26 de outubro. O Sebrae participou, pela primeira vez, como expositor do evento, que, em sua 8ª edição, reuniu mais de 3 mil mulheres para debater segurança alimentar, eficiência energética e legislação ambiental.

A coordenadora de Agronegócio do Sebrae Nacional, Newman Costa. Crédito: Murilo Moser.

“Estou impressionada com o poder e o protagonismo das mulheres no agro”, afirmou Newman Costa, coordenadora de Agronegócio do Sebrae Nacional. No estande da instituição no Congresso, as produtoras rurais que buscavam conhecimento para melhorar a gestão de seus negócios tiveram a oportunidade de interagir e conhecer soluções voltadas para o empoderamento feminino no meio rural. A instituição também participou de discussões sobre o papel desse público no desenvolvimento sustentável do agro brasileiro.

Entre as atrações do Congresso, destaque para a divulgação da pesquisa “Percepção do Agronegócio Brasileiro na Europa”, aplicada pela Onstrategy, no Reino Unido, França, Alemanha e República Tcheca, por iniciativa da Serasa Experian. Entrevistas qualitativas e quantitativas com 590 mil pessoas, entre cidadãos, jornalistas e distribuidores de produtos agrícolas daqueles países, revelaram que o café é o artigo brasileiro mais bem lembrado, enquanto o produto florestal é malvisto.

A noção lá fora de que a agricultura no Brasil não respeita o meio ambiente penaliza a reputação do agro nacional e, consequentemente, do Brasil, alertou a diretora de Operações da Serasa Experian, Daniela Aveiro. Assim como a percepção, apontada pelos entrevistados, de ser um setor que gera prosperidade, mas que não impacta na cidadania do país, uma vez que a riqueza resultante da atividade não seria distribuída.

Conforme apontado por especialistas, para reverter essa impressão negativa, é necessário um amplo trabalho de comunicação no exterior, divulgando as boas práticas sustentáveis e o âmbito do desenvolvimento socioeconômico atrelado ao agronegócio brasileiro. Como modelo, foi citado o suporte técnico oferecido pelo Sebrae no processo de Indicação Geográfica (IG). “A marca Brasil pode ser trabalhada positivamente por meio do agro, por exemplo, com o trabalho genial que o Sebrae faz de denominação de origem”, ressaltou José Luiz Tejon, curador do Congresso.

A coordenadora de agronegócio do Sebrae destacou que, além das indicações geográficas, que certificam a procedência e a qualidade de mais de 110 itens brasileiros – sendo mais de 90 somente do agro – a instituição trabalha a cadeia produtiva de produtos acessíveis, levando em conta as diretrizes da sustentabilidade. “O produto brasileiro também recupera o meio ambiente. Mas falta essa comunicação chegar lá fora. Precisamos mostrar que fazemos a diferença”, concluiu Newman Costa.

Sobre as Indicações Geográficas (IG)

As Indicações Geográficas são um registro que identifica regiões associadas a produtos que possuem características específicas por conta de sua origem. Devido a essa relação com o território e sua herança histórico-cultural, só é possível produzir tais produtos naquela área em questão. Sua função é proteger a região produtora e tornar o produto mais valorizado no mercado. Ela indica, portanto, a procedência do produto, respeitando os saberes e fazeres dos produtores locais, para assim atingir sua alta qualidade. A IG certifica que aquele produto apresenta características de um terroir único, que combina fatores humanos e naturais, para proporcionar ricas experiências sensoriais.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/economia-e-politica/congresso-destaca-o-papel-das-mulheres-no-desenvolvimento-sustentavel-do-agro-brasileiro/Wed, 18 Oct 2023 21:20:08 +0000https://www.emedist.com/?p=17710As empreendedoras vão marcar presença na 8ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), nos dias 25 e 26 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A força da mulher empreendedora brasileira será destaque no estande do Sebrae no evento. Em espaço exclusivo, elas poderão gravar depoimentos, interagir e conhecer soluções voltadas para o empoderamento feminino no meio rural.

Além de patrocinar o CNMA, a instituição também participa das discussões sobre o protagonismo feminino no setor, em especial das pequenas produtoras rurais, que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento sustentável do agro brasileiro.

A abertura oficial do evento vai contar com a presença da diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Margarete Coelho. Ela vai dividir o palco da Arena Master com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e outros convidados, como o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que também é embaixador especial da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para as Cooperativas.

Já no segundo dia (26), a coordenadora do Agronegócio do Sebrae Nacional, Newman Costa, será uma das convidadas do painel “Pesquisa Serasa Experian – Percepção do Agronegócio Brasileiro na Europa”, ao lado da diretora de Operações da Serasa Experian, Daniela Aveiro, do curador do CNMA e sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, e do head associate da OnStrategy, José Antônio da Silva.

Dados do Censo Agropecuário de 2017 apontam que 84% de todas as propriedades rurais do país são de pequenos agricultores. A gestão das propriedades rurais concentram 947 mil mulheres, correspondendo a 19% do total.
A coordenadora de Agronegócio do Sebrae Nacional, Newman Costa, destaca que o Sebrae tem atuado para estimular a participação feminina no setor por meio de programas que promovam e valorizem a atuação da mulher na gestão e na governança do agronegócio.

Segundo ela, o CNMA é importante para fortalecer o movimento crescente das mulheres como líderes de negócios e nas atividades no campo. “Será uma oportunidade para que elas se atualizem das últimas tendências, façam networking e, ainda, tenham acesso a conhecimentos que possam prepará-las para um futuro com mais práticas sustentáveis dentro do campo”, afirma.

Programação

Com mais de 3 mil inscritas, o 8º CNMA vai promover dois dias de atividades voltadas para o debate do tema “Dobrar o Agro de tamanho com sustentabilidade: a Marca Brasileira”. O palco principal (Arena Master) será espaço para discutir assuntos como sustentabilidade, inovação, liderança feminina, agronegócio mundial, saúde mental, gastronomia, entre outros.

Nas Arenas do Conhecimento, as participantes vão acompanhar discussões sobre inovação, tecnologia e empreendedorismo voltadas para a mulher do agronegócio, como também conhecer experiências e cases de sucesso, além de participar de bate-papos. No Hub Técnico, dedicado a conteúdos técnicos e científicos, será possível debater assuntos transversais relacionados à cadeia animal e vegetal.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/sebrae-apresenta-solucoes-inovadoras-na-festa-do-boi/Wed, 11 Oct 2023 21:42:13 +0000https://www.emedist.com/?p=17570“Assim como a educação está para as pessoas, a inovação está para os negócios”. A fala é do diretor-técnico do Sebrae, Bruno Quick, durante a sua passagem pela Feira do Boi. “O que vemos aqui parece mágica, mas é inovação. É o único caminho para a produtividade, a diferenciação e o valor”, complementou. Em sua 61ª edição, o evento acontece até 14 de outubro em Parnamirim (RN). Lá é possível encontrar exposição de animais, máquinas agrícolas, comercialização de produtos, crédito rural e tudo o que envolve o mundo do agro. Além do estande do Sebrae/RN, o Polo Agro do Sebrae também fez ativações.

Encantado com tudo o que foi apresentado, Bruno Quick afirma que o evento mostra com clareza de que forma o Sebrae transforma realidades.

A gente consegue ver na prática as soluções e parcerias que entregam tudo o que o empreendedor precisa para elevar o nível, aumentar sua produtividade, agregar valor e acessar mercado.

Bruno Quick, diretor-técnico do Sebrae Nacional.

O estande do Sebrae Rio Grande do Norte contou com uma ampla estrutura em um espaço de quase 5 mil metros quadrados. No espaço chamado de Agência Sebrae Festa do Boi, as pessoas são acolhidas em uma fazendinha modelo com uma área demonstrativa de diversos modelos de negócios rurais, além de uma área de apresentação de desfiles bovinos e equinos melhorados geneticamente pelo programa Leite e Genética e Genepotro do Sebrae/RN e mais uma área de aquicultura.

Para complementar a participação do Sebrae, o Polo Agro também realizou algumas ações na feira do Boi, como a veiculação de um vídeo que apresenta o na abertura de todos os seminários, a ativação da marca em diversos pontos do espaço e a aplicação de um quiz do Polo Agro todos os dias na fazendinha.

O diretor Bruno Quick (dir.) participou da Festa do Boi, onde há estande do Sebrae/RN e ativações do Polo Agro do Sebrae. Crédito: Moraes Neto.

Para Quick, mais do que levar conhecimento, o Sebrae faz pontes. “Seja por meio da Fundação Banco do Brasil, Embrapa, Emater, Senar. Parceiros como o Banco do Nordeste, que nos apoia levando crédito. Dessa forma, a gente chega no produtor com um conjunto de coisas para fazer a transformação. A Feira do Boi é muito importante, aqui vemos o Sebrae real, o Sebrae de valor que está atendendo às múltiplas realidades”, ressaltou.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/economia-e-politica/sebrae-e-fao-firmam-parceria-para-fortalecer-a-agricultura-familiar-no-brasil/Tue, 12 Sep 2023 19:19:20 +0000https://www.emedist.com/?p=16598Aumentar a competitividade do agronegócio, com prioridade para as pequenas propriedades voltadas à agricultura familiar no Brasil. Este é o objetivo do memorando de entendimento assinado pelo Sebrae e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), nesta terça-feira (12), em Brasília. A parceria vai atuar em áreas como cooperativismo, assistência técnica, extensão rural, inovação tecnológica, energia renovável, sustentabilidade, treinamento e capacitação técnica, como forma de promover uma maior organização da cadeia produtiva e melhoria no nível técnico e na gestão do processo produtivo.

A agricultura familiar e as pequenas propriedades rurais no campo são fundamentais para que o Brasil saia do Mapa da Fome mais uma vez. Parcerias como esta vão nos ajudar a desenvolver cada vez mais o setor, promovendo geração de emprego e renda para a nossa população, além de contribuir para o abastecimento da população com comida saudável e de qualidade.Décio Lima, presidente do Sebrae.

Décio Lima lembra que o Brasil assumiu a presidência do G20 e colocou com uma de suas prioridades acabar com a fome. “O acordo que Sebrae e FAO estão firmando é também um grande passo no sentido de contribuirmos para a solução desse problema”, acrescenta.

O acordo também propõe o desenvolvimento de planos de ação estratégicos para fortalecer a produtividade agrícola, contribuir para o planejamento e implementação de políticas públicas e abordar e conduzir estudos para identificar mercados e demandas internacionais.

Na ocasião, a FAO assinou ainda acordos com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Qu Dongyu, ressaltou o empenho brasileiro no combate à fome.

“Apoiamos uma estrutura de cooperação para transformar os sistemas agricultores mais inclusivos, com uma melhor produção e maior resiliência. Dessa forma, o Brasil tem muito para oferecer, compartilhar nessa missão global que a FAO tem proposto para os próximos dois anos. O trabalho que vocês fazem é muito positivo para o mundo”, disse o diretor-geral organização.

“Parcerias como essas assinadas hoje reforçam os laços entre o Brasil e a FAO, que compartilham valores fundamentais no combate à fome e à pobreza”, reforçou o ministro das Relações Exteriores, o embaixador Mauro Vieira.

Agriculturafamiliar

Os agricultores familiares são um dos públicos prioritários do Sebrae. Dos 5 milhões de estabelecimentos agropecuários do país, 77% estão classificados como pequenas propriedades familiares, sendo responsáveis por 23% da área de todos os estabelecimentos rurais do país. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, a agricultura familiar ocupava mais de 10 milhões de pessoas nos estabelecimentos agropecuários.

De 2020 para cá, o Sebrae realizou cerca de 1,1 milhão de atendimentos junto a um universo de mais de 100 mil produtores rural, por meio de programas como: Juntos pelo Agro, ALI Rural (Agentes Locais de Inovação Rural), programa Brasil + Competitivo, Agronordeste, Produzir Brasil e o Brasil à Mesa.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/startup-do-agronegocio-paranaense-supera-desafios-e-agora-mira-no-mercado-externo/Tue, 29 Aug 2023 12:34:07 +0000https://www.emedist.com/?p=16294Quando Guilherme Castro, Rafael Bartoski e André Henrique deixaram seus empregos para apostar na própria empresa, não faziam ideia dos desafios que iriam encontrar. Eles trabalhavam 15h a 17 h por dia, não tiveram receita nos primeiros meses e ainda enfrentaram uma pandemia.

Mas, com muita resiliência, os três empresários conseguiram superar as adversidades e mudar o fim dessa história. Hoje, a AgroFlux, uma startup de Campo Mourão (PR), tem uma equipe de 43 funcionários e já sonha em conquistar o mercado internacional.

A empresa desenvolveu um sistema inovador para aferir a qualidade dos bicos pulverizadores usados no campo por produtores rurais. A tecnologia verifica se o material está adequado ou não para a pulverização.

A trajetória da empresa está no 6º episódio da série “Conta a Virada”, disponível no canal do Sebrae no Youtube. Com linguagem leve e descontraída, o programa está viajando o país para contar como donos de pequenos negócios conseguiram superar os desafios com soluções criativas.

Ao todo são 8 episódios na primeira temporada. O programa traz depoimentos sobre como os negócios começaram, os maiores desafios encontrados na trajetória empreendedora e, por fim, o momento da virada com a descoberta de soluções inovadoras.

Não perca! Confira todos os episódios e acompanhe as próximas histórias aqui.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/polo-sebrae-agro-vai-compartilhar-melhores-praticas-de-todos-os-estados-em-seu-site/Sat, 19 Aug 2023 17:00:56 +0000https://www.emedist.com/?p=16014No encerramento do II Encontro Nacional do Polo Sebrae Agro, nessa sexta-feira (18), na sede do Sebrae Minas, em Belo Horizonte, profissionais das 27 unidades da federação deram mais um passo importante na busca pelo fortalecimento do trabalho em rede do Sistema Sebrae voltado para o setor do agronegócio. O objetivo da iniciativa é criar soluções para beneficiar aproximadamente 4,5 milhões de produtores rurais brasileiros que ainda enfrentam dificuldades para se desenvolverem economicamente. As práticas diferenciadas de cada estado serão publicadas em uma página especial no site do Polo, para que fiquem à disposição de todos os micro e pequenos produtores rurais e instituições do setor produtivo de todo o país.

“Acreditamos que conseguimos alcançar esse primeiro grande objetivo, a rede está fortalecida e agora o nosso trabalho enquanto polo de referência é manter essa rede sempre aquecida, sempre em contato para que novas ideias, para que novas iniciativas possam rapidamente ser distribuídas para todo o sistema, gerando o que é todo o nosso interesse aqui, uma grande inteligência coletiva dentro do sistema Sebrae para potencializar nossa atuação no agronegócio e fortalecer nossa parceria”, observou o coordenador do Polo Sebrae Agro, Douglas Paranahyba de Abreu. O agro é um dos polos especializados do Sistema Sebrae e é operacionalizado pelo Sebrae Goiás, referência no segmento.

Nesta sexta-feira, os participantes do encontro puderam relatar experiências locais de cada uma das unidades da federação, criando um ambiente de troca de informações e conhecimento. Os gestores do agro das 27 unidades do Sebrae, instaladas nos 26 estados e no Distrito Federal, apresentaram também soluções voltadas para o agronegócio que puderam apurar, analisar e identificar durante atividade ocorrida na quinta-feira (17).

“Com toda essa apresentação que foi realizada aqui, realmente não tenho dúvidas de que o site do Polo terá ainda mais visibilidade e cumprirá com sua função principal, que é levar informações da atuação agro dos estados para nossos clientes, parceiros e a sociedade de uma forma geral”, afirmou o coordenador do Polo Sebrae Agro.

Segundo Douglas, o próximo passo será consolidar as informações que foram apresentadas durante dos dois dias do encontro. Elas serão colocadas no site do Polo Sebrae Agro, em uma página chamada “Soluções”. “Acreditamos que, ao longo do mês de setembro, já começará lá o preenchimento de algumas partes desse quebra-cabeça de 27 peças das unidades federativas. Cada estado terá as soluções agro que possui por segmento, por cadeia produtiva, explicando passo a passo do que se trata a solução e qual a melhor forma para acessá-la”, informou.

Lideranças de todos os estados e Distrito Federal estiveram presentes para definir melhores práticas a serem divulgadas. Foto: Sebrae/MG.

O Polo Sebrae Agro foi criado em março de 2022, e tem, segundo seu coordenador, três objetivos. O primeiro é levantar, sistematizar e consolidar as informações das soluções agro de todo o Sistema Sebrae. O segundo é integrar os gestores de agro de todo o Brasil. “O terceiro, depois de todas essas informações, é termos um direcionamento estratégico para realmente melhorar a forma como o Sistema Sebrae lida com os pequenos negócios, trazendo boas práticas de estados que estão mais adiantados e disseminando isso para os demais estados que possam querer esse tipo de iniciativa”, explicou Douglas.

Presença de lideranças

O II Encontro Nacional do Polo Sebrae Agro reuniu mais de 70 profissionais de todo o Brasil. De acordo com o coordenador do polo, os participantes demonstraram que estão comprometidos com o projeto. “Não é fácil, no dia a dia do trabalho você ter a oportunidade de conversar com colegas, com pares, nem na sua unidade, muito menos de todo o Brasil. Então, aqui é um momento de muita troca de experiência e informação, e o papel do Polo, na verdade, é colocar todo mundo para remar no mesmo rumo”, ressaltou.

Douglas acredita que a presença de lideranças importantes fortaleceu o encontro realizado na capital mineira. Ele destacou a presença do diretor superintendente do Sebrae Goiás, Antônio Carlos de Souza Lima Neto; o diretor superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha; o diretor-técnico do Sebrae Minas, Douglas Cabido; o diretor-técnico do Sebrae Mato Grosso, André Schelini; Eduardo Gomes, que é diretor adjunto do Sistema CNA/Senar; e o gerente da Unidade de Competitividade do Sebrae Nacional, Ivan Hussni.

“Com essas lideranças, temos muita força para comandar esse grande time de mais de 70 técnicos motivados, entusiasmados e apaixonados por atender os pequenos negócios. Então, ter lideranças e um time motivado e supercompetente durante dois dias aqui em Belo Horizonte, com foco único e exclusivamente no tema agronegócio, juntando dirigentes do agro e soluções, acho que foi fundamental e merece destaque”, disse o coordenador.

Informações para a imprensa:

Na sede do Sebrae: Adriana Lima – (62) 3250-2263 / 99456-2491

No Polo Sebrae Agro: Agência Entremeios Comunicação / Leydiane Alves – (62) 9540-6111

Acesse aqui o Polo Sebrae Agro.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/polo-sebrae-agro-promove-encontro-para-apresentar-solucoes-para-pequenas-propriedades-rurais/Wed, 16 Aug 2023 18:52:52 +0000https://www.emedist.com/?p=15900
O evento apresentará os resultados do mapeamento de soluções para o agro que foi feito durante os últimos três meses em todo o território nacional

O Sebrae realizará, nesta quinta e sexta-feira (17 e 18), em Belo Horizonte (MG), o 2º Encontro Nacional do Polo Sebrae Agro. O evento tem como objetivo apresentar os resultados do mapeamento de soluções para o agronegócio, produzido nos últimos três meses contemplando todo o território nacional. Todas as informações levantadas pelos consultores do Polo já estão com a inteligência consolidada e seguem agora para a parte de integração de dados e soluções.

“O levantamento realizado nas cinco regiões do país nos deu a possibilidade de compreender a importância do trabalho de apoio aos pequenos empresários do agronegócio brasileiro, as diferentes características entre as cadeias produtivas e como o Sebrae poderá incrementar soluções para sua atuação”, explica o coordenador do Polo, Douglas Paranahyba de Abreu. Ele explica que, no encontro, também será realizado um trabalho de integração para geração de uma inteligência coletiva com foco no aprimoramento da atuação do Sebrae junto aos pequenos negócios do agro.

Com uma programação intensa, o evento reunirá cerca de 80 profissionais durante os dois dias. “Pretendemos identificar soluções que se destacam em algumas regiões para disseminar para as demais unidades federativas. Será um momento de troca de experiência e fortalecimento desse grande time de gestores que atuam diretamente com os produtores rurais e que enfrentam diariamente os desafios das cadeias produtivas”, pontua Douglas.

O coordenador acrescenta ainda que todo os profissionais também discutirão a melhor forma de tornar as informações acessíveis para os produtores rurais.

“Queremos ultrapassar a barreira que separa esses produtores das soluções para o campo. Muitas vezes, o produtor não sabe como melhorar sua produtividade, diminuir seu custo ou comercializar de forma mais lucrativa a sua produção, e existe uma grande possibilidade de o Sebrae e entidades parceiras terem a solução para este gargalo. Se existe problema de acesso, vamos trabalhar para levar essas soluções até o produtor”, conclui.

Polos Sebrae de Referência

Os Polos Sebrae de Referência reúnem a expertise das unidades estaduais do Sistema Sebrae, gerando conhecimento e trocas de saberes em temas estratégicos para o fomento do empreendedorismo. Ao todo são 14 unidades de inteligência distribuídas pelas cinco regiões do país, divididas por setores, temas ou segmentos empresariais. Nos polos são disponibilizados estudos, pesquisas e conteúdos especializados que podem ajudar o dono do pequeno negócio a tomar decisões mais assertivas para a empresa, como também possibilitam acompanhar tendências e participar de iniciativas realizadas pelo Sebrae e parceiros.

Colheita do açafrão em Mara Rosa (GO): produto alcançou o selo de indicação geográfica com apoio do Sebrae.

Polos Sebrae de Referência:

Agronegócio – liderado pelo Sebrae Goiás
É formado por uma ampla rede de colaboradores e parceiros no tema Agro, atuando como curadoria, desenvolvendo e disseminando soluções para o Sistema Sebrae. O Polo disponibiliza publicações especializadas, relatórios de inteligência do setor, entre outros conteúdos.

Artesanato – liderado pelo Sebrae Rio de Janeiro
O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) foi idealizado como uma vitrine que revela a importância cultural, social e econômica do artesanato, promovendo o aumento do seu valor de mercado e transformando essa arte em objeto de desejo com o reposicionamento estratégico de sua cadeia produtiva.

Bioeconomia – liderado pelo Sebrae Pará
Lançado no ano passado, o polo é sediado na região do Baixo Amazonas e busca promover o desenvolvimento sustentável da região amazônica, valorizando os recursos naturais e criando produtos inovadores com base nesses componentes.

Economia Criativa – liderado pelo Sebrae São Paulo
O Polo de Economia Criativa promove o crescimento deste segmento através de estudos, pesquisas e soluções diversas ao cliente Sebrae

Ecoturismo – liderado pelo Sebrae Mato Grosso do Sul
Dedica-se à produção e disseminação de conteúdos voltados a ajudar diversas pessoas interessadas e envolvidas no setor do Turismo a adicionar mais conhecimento às suas práticas, contribuindo assim para a construção de bases mais sustentáveis nos destinos turísticos brasileiros.

Educação Empreendedora – liderado pelo Sebrae Minas
O Centro Sebrae de Referência em Educação Empreendedora (CER) é uma plataforma digital com estudos, pesquisas e ferramentas com foco no desenvolvimento e fomento no tema.

Energias Renováveis – liderado pelo Sebrae Rio Grande do Norte
Com um projeto pioneiro, o polo é responsável por gerar conhecimentos, conexões e negócios para turbinar pequenas empresas e startups que atuam ou queiram ingressar nos setores de energia eólica, solar fotovoltaica, de biogás e hidrogênio verde.

Indústria – liderado pelo Sebrae Rio Grande do Sul
A plataforma do polo oferece infográficos, e-books, mapeamentos e conteúdos relacionados à promoção de pequenos negócios do setor da indústria em atividades como gestão de finanças, por exemplo.

Liderança – liderado pelo Sebrae Paraná
Oferece aos empreendedores a possibilidade de se aperfeiçoar como líder e desenvolver as principais características da liderança com programas e metodologias exclusivos.

Óleo e Gás Onshore – liderado pelo Sebrae Bahia
Disponibiliza a plataforma PetroSupply, uma iniciativa do Sebrae em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP) para aproximar empresas compradoras e fornecedoras – de todos os portes – da cadeia de óleo e gás onshore, além de facilitar o acesso a informações e tendências do mercado.

Petróleo e Gás Offshore – liderado pelo Sebrae Rio de Janeiro
Tem como propósito o desenvolvimento de ações estratégicas que visam fomentar a geração de conhecimento e a disseminação das melhores práticas no setor de óleo e gás offshore. Por meio de pesquisas, estudos de mercado e análises, o polo contribui para o fortalecimento das empresas e para o desenvolvimento de soluções inovadoras.

Startups – liderado pelo Sebrae Santa Catarina
Com uma equipe especializada, o centro também oferece recursos, mentorias e conexões estratégicas para o desenvolvimento e crescimento de negócios inovadores e de base tecnológica em todo o Brasil.

Sustentabilidade – liderado pelo Sebrae Mato Grosso
O Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS) é a unidade de referência nacional do Sistema Sebrae em temas voltados à sustentabilidade. Localizado em Cuiabá (MT), o polo existe para compartilhar conhecimentos e disseminar novos caminhos em busca de um modelo de sociedade que equilibre os valores financeiros, sociais e ecológicos.

Turismo de Experiência – liderado pelo Sebrae Espírito Santo
Por meio de uma equipe especializada, o Polo oferece suporte técnico, consultorias, mentorias e acesso a ferramentas e recursos que auxiliam os empreendedores a aprimorarem seus produtos, serviços e estratégias.

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5Gbet - Agronegócio – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/cultura-empreendedora/produtores-potiguares-de-leite-e-derivados-buscam-referencias-no-mercado-paulista/Thu, 03 Aug 2023 19:53:56 +0000https://www.emedist.com/?p=15595Natal – Dez produtores de leite e derivados integrantes do Empreleite, um núcleo empresarial do Empreender, miram em empreendimentos que são referência em São Paulo para a troca de tecnologias e informação para produção de leites e derivados com valor agregado. O grupo vai participar de uma missão empresarial do Sebrae no Rio Grande do Norte em busca de novas tecnologias para gestão da propriedade e conhecimentos para melhorar o aproveitamento do leite. Além da produção de queijos artesanais inovadores com base em modelos do mercado de São Paulo.

Queijos artesanais produzidos por integrantes do grupo Empreleite (Fotos: Divulgação)

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A missão está dentro das ações do programa AgroNordeste e inicia na próxima segunda-feira (7) com uma série de visitas a estabelecimentos, propriedades e queijarias que podem contribuir com novos métodos e processos para diversificação e melhorias da fabricação dos queijos artesanais potiguares. A iniciativa faz parte de uma estratégia do Sebrae-RN para ampliar mercado para os integrantes do Núcleo de Empreendedores do Leite no RN por meio da atuação do AgroNordeste, que busca, entre outras metas, apoiar e estimular a formação de núcleos empresariais.

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“A missão parte dessa estratégia de organizar grupos de produtores para que, de fato, consigam acessar resultados de forma coletiva. Esse intercâmbio é importante justamente nesse sentido, proporcionando o compartilhamento de experiências, de tecnologias e de manejo da propriedade”, explica o gestor estadual do AgroNordeste no Sebrae-RN, Elton Alves.

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Um dos focos dessa troca é a aprendizagem sobre a manipulação e produção de queijos artesanais com o leite cru. “O queijo artesanal de leite cru, sem aditivos e nenhuma interferência química, pode chegar a um padrão de qualidade elevado. Durante a missão, os participantes terão a oportunidade de compreender como isso ocorre”, diz o gestor, adiantando que a ênfase não será somente nos produtos. A ideia é que os produtores aprendam mais sobre o manejo como um todo da propriedade para um bom desempenho empresarial e aumento da competitividade.

Os produtores Marinho Neto (Fazenda Caju), Vitor Rezende (Dona Branca Artesanais), Rassio Lima (Fazenda Lima), Luis Diógenes (Fazenda Lagoa das Cacimbas), Yolando Cocentina (fazenda Cachoeirinha), Astério Araújo (Fazenda Jacobina), Ricardo Pessoa (Fazenda Quintos), Jairo Rodrigues (Fazenda Melodia), Filipe Floquet (Queijeira JF) e Maciel Dalisson (Fazenda Boa Esperança) terão a oportunidade de acompanhar de perto, nessa imersão, como é possível gerar um leite de qualidade ou mesmo conquistar uma certificação da propriedade e do rebanho. “É uma oportunidade ímpar de conhecer um grande mercado como São Paulo, e abrir novos canais de vendas e parcerias com bons compradores. E ainda um passo importante para a valorização dos queijos que produzimos no estado, como os queijos de coalho e de manteiga, em outras regiões”, argumenta Elton Alves.

Programa da missão

Produtores fabricam manteiga do sertão, além dos queijos artesanais.

Os produtores começarão a agenda com uma visita à “Galeria do Queijo”, a maior loja de queijos da capital paulista. Localizada em São Paulo, a loja apresenta uma ampla variedade de queijos artesanais brasileiros, cuidadosamente selecionados pelo renomado queijista Falco Bonfadini. O estabelecimento se destaca por fomentar a cultura do produto tradicional e também por oferecer novos sabores de queijos com identidade única.

Após a visita à “Galeria do Queijo”, o grupo seguirá para o Mercado Municipal de Pinheiros, onde os integrantes poderão explorar e conhecer a diversidade de produtos locais e regionais disponíveis no mercado. No dia seguinte, o grupo terá uma programação diversificada, começando pela visita à Cabanha Mulekinha, localizada em Ibiúna/SP. Trata-se de uma propriedade rural especializada na produção de leite de vacas da raça Jersey e na fabricação de queijos frescos maturados e defumados.

Em seguida, o grupo visitará a Queijeira Pé do Morro, situada em uma pequena propriedade rural em Cabreúva, no alto da Serra do Japi. O projeto tem como princípio a produção orgânica e natural de queijos, vinhos e azeites, aproveitando ao máximo o que o solo, o tempo e a natureza local têm a oferecer. Os produtos têm uma identidade própria, respeitando as condições locais e naturais da Serra do Japi, além de valorizar o desenvolvimento sustentável e positivo para a comunidade.

Na quarta-feira (9), a agenda dos produtores norte-rio-grandenses reserva duas visitas importantes. Primeiro, eles irão à Fazenda Atalaia, localizada em Amparo/SP. A fazenda é amplamente reconhecida por produzir um tipo de queijo chamado “Queijo Tulha”, que foi premiado no World Cheese Awards em 2016. Essa visita permitirá aos produtores conhecerem mais sobre a produção desse queijo premiado e trocar experiências com os responsáveis pela propriedade.

A segunda visita do dia será à Nata da Serra-Orgânicos, uma propriedade rural localizada em Serra Negra/SP, com foco na produção de queijos artesanais de forma orgânica. Nesse local, os produtores do RN terão a oportunidade de conhecer os métodos sustentáveis empregados na produção dos queijos e entender como a propriedade mantém seu compromisso com a preservação ambiental e a qualidade dos produtos.

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