5Gbet - Banco Central – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasWed, 13 Dec 2023 22:12:41 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.4.35Gbet - Banco Central – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/economia-e-politica/selic-cai-para-1175-ao-ano-mas-ainda-impacta-o-acesso-a-credito-de-pequenos-negocios/Wed, 13 Dec 2023 22:12:41 +0000https://www.emedist.com/?p=19161O anúncio do corte de 0,5% da taxa básica de juros (Selic) anunciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, nesta quarta-feira (13), não surpreendeu os economistas. Essa foi a quarta redução seguida, o que levou a taxa ao menor patamar desde março de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. A medida, entretanto, ainda mantém os juros no país entre os mais elevados do mundo, atingindo diretamente as micro e pequenas empresas.

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, a taxa básica de juros deveria ter registrado, desde o início do ano, uma redução mais significativa.

Todos os indicadores da economia brasileira têm dado inequívocos sinais de otimismo, há meses. A queda expressiva do índice de desemprego, o controle da inflação, a expectativa recorde de safra, a alta do PIB, entre outros fatores – o que não justifica que o Banco Central ainda mantenha uma taxa tão elevada.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

A taxa Selic interfere diretamente nos valores cobrados pelas instituições financeiras que disponibilizam crédito para os pequenos negócios. Segundo levantamento do Sebrae, as taxas praticadas para as micro e pequenas empresas fica, em média, 20% acima da taxa básica referencial.

“Os juros cobrados dos pequenos negócios são um impeditivo para o empreendedor acessar o crédito. Com a taxa de juros da Selic alta, há um desestímulo das instituições financeiras e dos tomadores de financiamento. É sempre uma tomada de decisão que deve ser feita com muita cautela”, acrescenta Décio Lima.

Apoio aos pequenos

Para apoiar os pequenos negócios, o Sebrae está juntando forças com Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) e Agência Pública de Inovação (Finep) para lançar uma nova linha de crédito com foco nos Microempreendedores Individuais (MEI) no valor de R$ 30 bilhões. A novidade faz parte da comemoração pelos 15 anos do MEI no Brasil, cujo aniversário é lembrado no próximo dia 19. Os recursos devem ser disponibilizados até o fim deste mês ou, no máximo, janeiro de 2024.

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5Gbet - Banco Central – 5Gbet – 5Gbethttps://www.emedist.com/economia-e-politica/emprestimo-de-r-1-bilhao-dos-brics-amplia-o-acesso-a-credito-para-as-empresas-brasileiras/Tue, 17 Oct 2023 11:00:39 +0000https://www.emedist.com/?p=17645As empresas brasileiras vão contar com o apoio do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como banco dos Brics – bloco formado por países como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – para obter financiamentos via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O empréstimo de US$ 1 bilhão será aportado no Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI PEAC), que garante as operações de crédito concedidas aos empreendedores de micro, pequenas e médias empresas do país, ampliando o acesso ao financiamento nas instituições financeiras conveniadas. Com a garantia do FGI-PEAC, a taxa das operações de crédito atinge o máximo de 1,75% ao mês (23,14% ao ano).

“É uma importante opção para os pequenos negócios, que ainda enfrentam muitas dificuldades de acesso a crédito. O empréstimo foi solicitado pelo presidente Lula e recebeu aval do Senado. O pagamento deverá ser feito em 30 anos, com juros de 1,64% ao ano. Uma notícia que chega em um bom momento, quando a estimativa do IPCA para este ano caiu de 4,86% para 4,75% na semana”, destaca o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, citando dados do Banco Central.

Décio Lima lembra alguns aspectos do ambiente de negócios que ainda precisam melhorar, “o volume da burocracia, a exigência de garantias e as altas taxas de juros funcionam como barreira que dificulta a vida das micro e pequenas empresas. Nesse contexto, os recursos direcionados para o FGI-PEAC vão ajudar as empresas brasileiras a impulsionarem os seus negócios e, consequentemente, permitir a manutenção do emprego e da renda”, afirma.
O acordo foi firmado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a presidente do NBD e ex-presidente da República, Dilma Roussef, durante reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI), no último dia 12, no Marrocos. O empréstimo já obteve o aval do Senado, após pedido apresentado pelo presidente Lula no primeiro trimestre do ano.

Sobre o FGI

O Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI) foi criado em 2020 para minimizar impactos da crise da COVID-19, principalmente sobre os pequenos e médios negócios. No ano passado, foi determinada a reabertura do FGI-PEAC, para contratação de novas operações com garantia do programa até dezembro de 2023. De acordo com o BNDES, a segunda fase do programa (2022-2023) já desembolsou R$ 49,2 bilhões. As MPE registram o maior número de operações realizadas, com 91 mil, de um total de 133 mil.

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